Defesa de coronel da PMDF preso em Goiás nega cobrança de propina
O caso segue em tramitação na Justiça.
A defesa do coronel reformado da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), Francisco Eronildo Feitosa Rodrigues, preso em Goiás após permanecer cerca de três anos foragido, afirmou que o militar foi “injustamente acusado e condenado” pelo crime de concussão, que consiste em exigir vantagem indevida. Os advogados negam que ele tenha solicitado propina e sustentam que a condenação ignorou provas que comprovariam sua inocência.
Segundo a defesa, há no Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido para viabilizar um Acordo de Não Persecução Penal (ANPP), além da tentativa de anular a condenação. Os advogados também destacam que o Conselho de Justificação da PMDF absolveu o coronel por não encontrar comprovação de infração ética ou disciplinar.
Francisco Eronildo foi preso na segunda-feira (3) por equipes da Companhia de Policiamento Especializado (CPE) de Águas Lindas. Durante a abordagem, policiais apreenderam um revólver e duas espingardas adulteradas, equipadas com acessórios de uso restrito. O caso segue em tramitação na Justiça.