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Quem vive da música sentiu o peso de 2020 nas costas

Conversamos com um grupo de pagode que nos contou como superou a crise do coronavírus.

Imagem: Divulgação

O ano de 2020 mal começou e veio com várias mudanças catastróficas para a humanidade, uma delas o coronavírus que destruiu vidas e economias. Um dos setores que mais sentiu o peso da pandemia do coronavírus foi o de evento. Lá em março fechou tudo na cidade e os bares e restaurantes que viviam cheios e com shows ao vivo não poderiam mais funcionar.

Alguns artistas conseguiram lidar melhor com a situação porque já trabalham fixo em outras áreas e a falta maior foi realmente das apresentações e do público. Esse  é o caso da banda de pagode Unisambba, composta pelos artistas Adriano Café, Wisney Ferreira e Luiz Henrique.

Os músicos tiveram as apresentações pausadas, mas sentiram falta mesmo foi da interação que as apresentações levam.  Uma alternativa para essa reaproximação foi o que vários artistas fizeram pelo país: as lives.

“O público se adequou bem com nossas lives dando uma boa audiência em todas que realizamos”, contaram. O que também ficou nítido nesse período foi a contribuição para ajudar nesse período difícil.

“Pessoal de Rio Verde foi bem receptivo em relação às lives  acessando, comentando,  e principalmente contribuindo.  Graças ao público, conseguimos ajudar bastante famílias carentes da nossa cidade”, contaram os artistas que fizeram as lives em prol do próximo.

Agora quase tudo se normalizou e os cantores puderam voltar a fazer seus shows, com restrições, menor número de participantes, com a banda e cachê reduzidos, mas que já ajuda na reaproximação com os fãs e pessoas que curtem o trabalho.

A expectativa agora é que 2021 já comece com boas notícias e que logo possamos fazer todas aquelas aglomerações que o brasileiro tanto ama. Que venham boas novas!