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Adoções por casais homoafetivos triplicam no Brasil; veja como adotar em Goiás

Para adotar, os interessados devem procurar a Vara da Infância e da Juventude de sua região, apresentar a documentação exigida, passar por avaliações psicossociais e participar de um curso preparatório.


O número de adoções realizadas por casais homoafetivos no Brasil passou de 149, em 2019, para 458, em 2024, segundo dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O crescimento de mais de três vezes evidencia o avanço dessas famílias no processo de adoção de crianças e adolescentes no país.

Em Goiás, o Tribunal de Justiça (TJGO) lança nesta quinta-feira (22) a cartilha Família, no plural: Adoção e diversidade LGBTQIAPN+, com orientações sobre o processo e informações para combater a discriminação. O material é destinado a pretendentes à adoção, profissionais da rede de proteção e integrantes do sistema de Justiça.

Para adotar, os interessados devem procurar a Vara da Infância e da Juventude de sua região, apresentar a documentação exigida, passar por avaliações psicossociais e participar de um curso preparatório. Após a habilitação judicial, o pretendente pode ser incluído no Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento. A orientação sexual não pode ser usada como motivo para discriminar ou impedir a habilitação de uma pessoa ou casal.