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Dannilo Proto e esposa são condenados a mais de 11 anos em Rio Verde

Segundo a sentença, o grupo utilizava empresas registradas em nome de terceiros, manipulava orçamentos e direcionava contratos ligados a programas da educação estadual.

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A Justiça de Goiás condenou o delegado Dannilo Ribeiro Proto e a esposa dele, Karen de Souza Santos Proto, no processo relacionado à Operação Regra Três, que investigou um esquema de desvio de recursos destinados à educação em Rio Verde. Os dois foram apontados como líderes do grupo.

Dannilo foi condenado a 11 anos, 2 meses e 1 dia de prisão, enquanto Karen recebeu pena de 11 anos, 1 mês e 20 dias. Ambos deverão cumprir inicialmente as penas em regime fechado. A Justiça também determinou a perda dos cargos públicos dos dois.

Segundo a sentença, o grupo utilizava empresas registradas em nome de terceiros, manipulava orçamentos e direcionava contratos ligados a programas da educação estadual. A decisão determinou ainda o ressarcimento de R$ 1,85 milhão à Secretaria de Estado da Educação e o pagamento de R$ 1 milhão por danos morais coletivos. A defesa de Dannilo informou que vai recorrer.