Simego apoia telemedicina, mas alerta para riscos em casos graves
A entidade defende que a tecnologia seja usada como complemento da rede pública, contribuindo para desafogar as UPAs, desde que haja médicos qualificados, critérios claros de atendimento e rapidez no encaminhamento dos pacientes que necessitem de avaliação presencial.
O Sindicato dos Médicos no Estado de Goiás (Simego) manifestou apoio à proposta de implantação da telemedicina para ajudar a reduzir a superlotação das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) em Goiânia. No entanto, a entidade defende que a ferramenta seja utilizada apenas em casos de baixa complexidade e com protocolos técnicos bem definidos.
Segundo o sindicato, a principal preocupação é que atendimentos exclusivamente remotos possam subestimar quadros clínicos graves, já que não permitem a realização de exame físico nem a aferição de sinais vitais. O Simego também ressalta que a telemedicina não substitui a avaliação presencial quando há suspeita de urgência.
A entidade defende que a tecnologia seja usada como complemento da rede pública, contribuindo para desafogar as UPAs, desde que haja médicos qualificados, critérios claros de atendimento e rapidez no encaminhamento dos pacientes que necessitem de avaliação presencial.