Trabalho de presos cresce 61,4% em Goiás e passa de 6 mil pessoas, aponta anuário
De acordo com o anuário, a ampliação das oportunidades foi impulsionada por parcerias com órgãos públicos e empresas, além de iniciativas que favorecem a ressocialização dos detentos por meio da qualificação profissional e da inserção no mercado de trabalho.
O número de pessoas privadas de liberdade que exercem atividades de trabalho em Goiás cresceu 61,4% em um ano, passando de 3.832 para 6.184 reeducandos no segundo semestre de 2025. Os dados são do Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2026 e colocam o estado com o segundo maior crescimento do país, atrás apenas do Piauí.
Segundo o levantamento, a parcela da população carcerária inserida em atividades laborais aumentou de 12,7% para 20,7%. O maior avanço ocorreu nas atividades externas às unidades prisionais, enquanto o trabalho interno também registrou crescimento. Além disso, 79 das 81 unidades prisionais goianas oferecem vagas de trabalho, índice superior à média nacional.
De acordo com o anuário, a ampliação das oportunidades foi impulsionada por parcerias com órgãos públicos e empresas, além de iniciativas que favorecem a ressocialização dos detentos por meio da qualificação profissional e da inserção no mercado de trabalho.