Condenados por desvio de verbas da educação terão que pagar R$ 2,8 milhões
Segundo a sentença, o esquema teria usado programas públicos da educação como forma de enriquecimento ilícito.
Os dez condenados na Operação Regra Três terão que pagar, de forma solidária, pelo menos R$ 2,85 milhões pelos prejuízos causados por um esquema de desvio de recursos destinados à educação pública em Goiás. Entre os condenados estão o delegado Dannilo Proto e a esposa dele, Karen Proto, apontados como líderes do grupo.
A Justiça determinou o pagamento de R$ 1,85 milhão para ressarcir os cofres da Secretaria de Estado da Educação e mais R$ 1 milhão por danos morais coletivos. Os valores ainda deverão ser corrigidos e acrescidos de juros.
Segundo a sentença, o esquema teria usado programas públicos da educação como forma de enriquecimento ilícito. A investigação apontou mais de R$ 2,2 milhões em recursos desviados e contratos considerados fraudulentos. A defesa de Dannilo informou que pretende recorrer da decisão.